Leleco Pimentel lamenta a morte de Lô Borges
Como músico e parlamentar, Leleco destaca que a obra de Lô Borges uniu arte e resistência, mostrando que a cultura é também uma forma de fazer política — a política da sensibilidade, da coletividade e da transformação social. O Clube da Esquina foi mais do que um movimento musical: foi uma revolução estética e humana que nasceu em Belo Horizonte e ecoou pelo mundo, levando consigo o melhor da alma mineira.
“Lô Borges ensinou que a música é instrumento de luta, de memória e de comunhão.”
Leleco reforça que cabe às novas gerações e ao poder público manter viva essa herança — garantindo políticas que valorizem artistas, fomentem a cultura e preservem a memória dos que fizeram da arte um caminho de liberdade.
Lô Borges parte, mas deixa um legado eterno. Enquanto houver um jovem sonhando com um violão nas mãos, enquanto a poesia encontrar abrigo nas montanhas de Minas, sua voz seguirá viva — como uma canção que o tempo jamais silenciará.
Assista ao pronunciamento na ALMG