A alma de Lô Borges

Leleco Pimentel lamenta a morte de Lô Borges

Em profunda emoção, o deputado estadual e também músico Leleco Pimentel manifestou seu pesar pela morte de Lô Borges, um dos maiores nomes da música mineira e cofundador do inesquecível Clube da Esquina.Leleco recorda que Lô Borges não foi apenas um compositor, mas uma alma que deu som à mineiridade — essa mistura de silêncio e intensidade, de montanha e horizonte. Ao lado de Milton Nascimento e tantos outros, Lô traduziu em acordes a delicadeza, a coragem e a esperança de um povo que sonhava liberdade mesmo nos tempos mais duros do país.

Como músico e parlamentar, Leleco destaca que a obra de Lô Borges uniu arte e resistência, mostrando que a cultura é também uma forma de fazer política — a política da sensibilidade, da coletividade e da transformação social. O Clube da Esquina foi mais do que um movimento musical: foi uma revolução estética e humana que nasceu em Belo Horizonte e ecoou pelo mundo, levando consigo o melhor da alma mineira.

Lô Borges ensinou que a música é instrumento de luta, de memória e de comunhão.”

Leleco reforça que cabe às novas gerações e ao poder público manter viva essa herança — garantindo políticas que valorizem artistas, fomentem a cultura e preservem a memória dos que fizeram da arte um caminho de liberdade.

Lô Borges parte, mas deixa um legado eterno. Enquanto houver um jovem sonhando com um violão nas mãos, enquanto a poesia encontrar abrigo nas montanhas de Minas, sua voz seguirá viva — como uma canção que o tempo jamais silenciará.


Assista ao pronunciamento na ALMG

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