Violência e intolerância

Leleco Pimentel e Padre João denunciam caso de violência em restaurante e acionam autoridades

O deputado estadual Leleco Pimentel (PT), integrante do projeto Juntos Para Servir, enviou ofícios às autoridades mineiras após o episódio de violência ocorrido no restaurante Boneca de Lili, em Belo Horizonte, no dia 28 de agosto. O caso ganhou repercussão nas redes sociais, após denúncia feita pela vítima, Pedro Carvalhaes Vieira (foto em destaque), integrante do Coletivo Alvorada, em seu perfil no Instagram. O ofício também é assinado pelo deputado Padre João (PT-MG)

Denúncia de violência e intolerância

Segundo relato, Pedro foi alvo de agressões verbais e tentativas de violência física depois de ser identificado usando uma camiseta com a imagem do presidente Lula. Além dos xingamentos, o ataque teria assumido também caráter LGBTfóbico, quando um dos agressores tentou avançar armado com uma faca.

Padre João e Leleco Pìmentel: Juntos Para Servir

Ofícios enviados

No ofício enviado à Defensoria Pública de Minas Gerais, Leleco Pimentel e o deputado federal Padre João “solicitaram acompanhamento jurídico integral, proteção da integridade física e psicológica da vítima, além da garantia de preservação das provas” – como as imagens das câmeras de segurança, que teriam sido inicialmente negadas pelo restaurante.

Outro documento foi encaminhado à Delegacia Especializada de Crimes de Racismo, Xenofobia, LGBTfobia e Intolerâncias Correlatas (Decrim), pedindo medidas imediatas para preservar e entregar as imagens de segurança, responsabilizar os agressores e assegurar um atendimento humanizado à vítima. O ofício também reforça que o caso sugere um padrão de violência por intolerância política e LGBTfobia, incompatível com os princípios democráticos.

Posicionamento

Os parlamentares destacaram que o episódio aponta para “um possível padrão de violência motivada por intolerância política e LGBTfobia, condutas incompatíveis com os princípios do Estado Democrático de Direito”.


Saiba mais

Confira a denúncia publicada pela vítima:
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