Proteção à Capela de Santo Amaro

Projeto de Leleco Pimentel que protege Capela de Santo Amaro segue para aprovação em plenário na ALMG

A Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou, em 2º turno, o Projeto de Lei 1117/2023, de autoria do deputado estadual Leleco Pimentel (PT), que reconhece a Capela de Santo Amaro do Botafogo, em Ouro Preto, como patrimônio histórico, cultural, religioso, turístico, paisagístico e social de Minas Gerais.

Construída no século XVII e considerada uma das mais antigas do estado — apontada como a segunda capela mais antiga de Minas Gerais — a Capela de Santo Amaro pertence à Basílica do Pilar e preserva parte significativa de seu acervo original.

A proposta busca fortalecer a proteção do espaço diante das pressões provocadas pela atividade minerária no entorno da comunidade do Botafogo. Na justificativa do projeto, Leleco destaca que a capela chegou a sofrer ameaça de remoção do local original em função de projetos ligados à mineração.

Além da relevância histórica e religiosa, o espaço mantém forte vínculo com a vida comunitária da região, reunindo celebrações tradicionais, manifestações culturais e atividades sociais.

Com a aprovação em 2º turno na Comissão de Cultura, o projeto avança na tramitação legislativa na ALMG.


Entenda o projeto

O que é
O PL 1117/2023 reconhece a Capela de Santo Amaro do Botafogo, em Ouro Preto, como patrimônio histórico, cultural, religioso, turístico e social de Minas Gerais.

Onde fica
A capela está localizada na comunidade do Botafogo, em Ouro Preto, e pertence à Basílica do Pilar.

Importância histórica
Construída no século XVII, a Capela de Santo Amaro do Botafogo é considerada uma das mais antigas de Minas Gerais — apontada como a segunda capela mais antiga do estado.

Objetivo
Fortalecer a preservação do patrimônio histórico e cultural diante de ameaças ao entorno da comunidade.

Público beneficiado
Moradores da comunidade, fiéis, pesquisadores, turistas e o patrimônio cultural mineiro.




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